Hoje ‘tou literalmente na merda …
Perdoem-me a faladura, mas é como realmente me sinto …
Morreste-me … e ainda por cima “chateado” comigo … PERDOA-ME onde quer que estejas …
Tanta coisa vivida em conjunto, boa e má, tantas discussões, tanto carinho, tantas gargalhadas, tantas experiências … acho que foi contigo com quem mais VIVI … e isto p’ró bom e p’ró mau …
O saldo foi sempre positivo e acabavas sempre por estar lá quando eu precisava … começou por sentimento familiar, passou a amor tempestuoso, acalmou para amor incondicional de ambas as partes …

Hoje sei o que me querias contar qd me telefonaste precisamente uma semana antes de te ires embora … hoje sei e não me perdoo por não ter largado tudo como querias e não ter ido ter contigo … senti-te alegre, bem disposto, feliz, pareceu-me … e achei que poderia esperar … implorei-te para me contares, mas tu, velhaco, chantageaste .. “…ai é, não vens ter comigo, também não te conto …” “… quando voltar, falamos …” – mentiroso! Não vais voltar mais, e eu que tinha por certas sempre as tuas voltas … não mais vou escutar os teus impropérios, nem os “nomes maravilhosos” com que me adjectivavas …
Vais ficar sempre comigo da mesma forma que sempre estiveste, mesmo quando “chocávamos”, sempre sabendo que nos amávamos …
Não sei se irás ter direito a "asinhas" ... foste "levado de s.pedro", mas os que te amámos e somos muitos, já te concedemos esse direito ...
O resto, a dita família … nem no retrato, caraças … nada que eu não soubesse já, mas enfrentar dói sempre …






